quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Watson, o super computador que pode ser seu futuro consultor financeiro

Ele pode aprender, fazer correlações, criar hipóteses, sugerir e medir ações.
O sonho de produzir uma inteligência artificial sempre existiu e trás ao imaginário popular muitos sentimentos que vão de medo ao fascínio. Watson é um cérebro artificial da empresa IBM capaz de aprender, fazer correlações, criar hipóteses, sugerir e medir ações.

Na matéria, Vicente Jiménez para o site El país Brasil, fala que tudo começou em 2004 com Charles Lickel, chefe de software da IBM Research, em um almoço vendo que todos deixavam de comer para assistir um programa de tv de perguntas e respostas. Foi então que em 2011 Watson conseguiu a façanha de ganhar dos dois melhores competidores da história.





Em entrevista para a matéria Darío Gil, que dirige o centro de pesquisas de sistemas simbiótico-cognitivos da IBM, afirma: “Até agora, muitos computadores têm se baseado no paradigma de cálculo. Hoje podemos construir uma nova classe de sistemas capazes de aprender, encontrar correlações, criar hipóteses a partir dessas essas correlações, sugerir e medir ações”.

“O diferente sobre Watson é a linguagem. Entende o que escrevemos. Watson decifra as relações estatísticas entre as palavras e faz uma simulação de compreensão. Pode-se dizer que aprende. O computador pode sugerir coisas e tem uma mente aberta a todas as possibilidades. Nós temos recursos muito limitados”, destaca Stephen Baker, especialista em computação e autor do best-seller The Numerati.

Watson é uma ferramenta muito poderosa que pode ser utilizada pelo ser humano em diversas áreas desde a decisão de compra de empresas, funcionamento do mercado, investimentos até mesmo diagnóstico de doenças, e pesquisas científicas. Entre diversos programas que estão rodando no mundo, o banco Bradesco é uma das dez instituições financeiras que terão uma versão piloto do Watson treinada em português.


Se interessou? Quer saber mais? Teste o IBM Watson Personality Insights, onde você pode colocar um texto (em inglês ou espanhol) e o Watson responde características da sua personalidade. Ou acesso o site oficial do projeto.

Fonte: © FintechLab by Clay Innovation

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Primeira folha biológica criada em laboratório capaz de gerar oxigênio

           

O projeto Silk Leaf foi desenvolvido por Julian Melchiorri, estudante da faculdade Royal College of Art, Reino Unido. A primeira folha criada em laboratório, não somente faz fotossíntese, ela é capaz de gerar tanto oxigênio quanto uma folha natural. Por outro lado, ela possui as mesmas necessidades de uma folha natural e para que a transformação ocorra é preciso consumir gás carbônico, água e luz.
 
 
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Melchiorri descobriu que as fibras da seda podem gerar um material que estabiliza os cloroplastos, organelas vegetais responsáveis pela fotossíntese. A folha sintética que criou nada mais é do que cloroplastos envoltos por esta substância, resultando em um produto fino e facilmente manejável, que pode ser aplicado em diversos contextos.
Primeiramente, este é mais um projeto capaz de viabilizar a produção de oxigênio em climas inóspitos como ambientes espaciais (mais uma ferramenta em prol de futuras viagens para onde não haja oxigênio). Um outro fator é que essas folhas também podem ser utilizadas em fachadas de prédios e sistemas de ventilação para criar um clima mais oxigenado, ou simplesmente serem utilizadas em luminárias, sendo abastecidas com luz pela própria lâmpada da luminária e assim gerando mais oxigênio para os ambientes.
Vamos esperar que essa invenção venha para o bem e não seja utilizada como desculpas para agravar nossos problemas ambientais.
 
 
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Folha criada por Julian Melchiorri
 
 
Silk-Leaf-by-Julian-Melchiorri_dezeen_05_644Cloroplastos
 
 
Silk-Leaf-by-Julian-Melchiorri_dezeen_02_644Cloroplastos suspensos na proteína da seda
 
 
Silk-Leaf-by-Julian-Melchiorri_dezeen_04_644
 
 
Silk-Leaf-by-Julian-Melchiorri_dezeen_07_644Visualização de filtros fotossintéticos para edifícios
 
 
Silk-Leaf-by-Julian-Melchiorri_dezeen_06_644Visualização de uma fachada fotossintética
 
 
Silk-Leaf-by-Julian-Melchiorri_dezeen_03_644Lampadas utilizando as folhas
 
 
 



Fonte: Somos Verdes

Joseph Byron teria feito a primeira selfie em 1909

                           


A selfie pode ter surgido muito antes dos celulares com câmera. Em 1909, o fotógrafo especializado em retratos, Joseph Byron, teria tirado uma selfie com um grupo de amigos, segundo informou o The Huffington Post. As fotos foram publicadas em um fórum de discussão na rede social Quora, sobre a melhor selfie já tirada.

“Meu bisavô começou a fazer isso (selfie) em meados de 1909 – veja a data da foto”, disse Tom Byron, ao publicar a foto da imagem de seu parente com amigos. Ao todo, três imagens foram publicadas pelo Byron no Quora.

A primeira foto, com a coloração em sépia, aparece o bisavô de Byron (com chapéu côco) ao lado de amigos, segurando a câmera. Na outra imagem, Joseph Byron aparece sozinho em uma imagem em preto e branco. Na prática, o termo 'selfie' foi oficializado apenas em 2013 pelo Dicionário Oxford, ao ser considerada a palavra do ano.

IstoÉ on line

Eadweard Muybridge fez experimentos que ficaram para a história da fotografia, do cinema e das ciências.





Na década de 1870, o fotógrafo britânico Eadweard Muybridge (1830-1904) fez experimentos que ficaram para a história da fotografia, do cinema  e das ciências.
Com o intuito de captar o movimento, o fotógrafo fazia várias imagens de um mesmo objeto com dezenas de câmeras, de diversos ângulos. Extremamente inovador para a época, Muybridge desenvolveu conceitos fundantes para o cinema e o stop motion (animação que utiliza centenas de fotografias, quadro a quadro).
As fotografias de Muybridge revelaram, como nunca antes, o movimento dos corpos de pessoas e animais. A sequência mais famosa, realizada com mais de vinte câmeras e diante da imprensa, mostra um cavalo galopando. Muybridge provou que o animal ficava com as quatro patas fora do chão enquanto corria. Isto foi em 1877.
Muybridge tornou a fotografia um meio de descobertas, de ampliação da nossa percepção visual.
 

Dançarina Isadora Duncan (1878 - 1927). (Eadweard Muybridge/Time & Life Pictures/Getty Images)



 Série mostrando o salto de um homem sobre outro. (Eadweard Muybridge/Getty Images)


Estudo sobre homem correndo – 1885. (Eadweard Muybridge/Time & Life Pictures/Getty Images)


Estudo sobre mulher pulando um banco – 1885. (Eadweard Muybridge/Getty Images)


 Estudo sobre mulher pulando um obstáculo – 1885. (Eadweard Muybridge /Getty Images)



Estudo sobre homem fazendo acrobacias – 1885.



Estudo sobre locomoção usando mulheres – 1885


Estudo sobre homem usando uma picareta – 1887.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Eletrônica biodegradável: Papel luminoso de madeira


Eletrônica biodegradável: Papel luminoso de madeira
O papel pode passar de totalmente transparente à emissão de múltiplas cores. [Imagem: Juan Xue et al. - 10.1021/acsami.5b02011]


Eletrônica de madeira

Quando se fala em eletrônica flexível, os experimentos mais avançados incluem a fabricação de circuitos e telas cujos componentes eletrônicos são depositados sobre plástico transparente.
Mas Juan Xue e seus colegas da Universidade Sichuan, na China, parecem não simpatizar muito com os plásticos, criticando o material por ser derivado do petróleo.
Ele se propuseram então a criar um papel emissor de luz que fosse mais ambientalmente correto, capaz de viabilizar aparelhos eletrônicos biodegradáveis - que não poluam o ambiente quando se tornarem obsoletos.

Nanocelulose

O resultado é um papel feito do que os pesquisadores chamam de "farinha de madeira" - essencialmente nanocelulose, o mesmo tipo de material usado recentemente para fabricar um chip de madeira.
Os elementos emissores de luz são pontos quânticos feitos de zinco e selênio, nanocristais semicondutores que se disseminam pelas fibras, resultando em um papel que é transparente quando não energizado, mas capaz de emitir luz de várias cores a temperatura ambiente.
O material pode ser enrolado e dobrado, sem perder a capacidade de emissão de luz.
Embora já existam várias tecnologias de telas à base de pontos quânticos, a equipe afirma que sua técnica de fabricação - baseada apenas em sucção e filtragem -, além dos materiais ambientalmente corretos, podem viabilizar o uso prático dos seus papéis luminosos.


Bibliografia:

Let It Shine: A Transparent and Photoluminescent Foldable Nanocellulose/Quantum Dot Paper
Juan Xue, Fei Song, Xue-wu Yin, Xiu-li Wang, Yu-zhong Wang
ACS Applied Materials & Interfaces
Vol.: 7 (19), pp 10076-10079
DOI: 10.1021/acsami.5b02011
 

Chip de madeira inaugura eletrônica biodegradável

 
Chip de madeira aponta caminho da eletrônica biodegradável
O "chip de madeira" usa um circuito eletrônico real, enquanto experimentos anteriores precisaram usar materiais adaptados às técnicas de reciclagem. [Imagem: Yei Hwan Jung]
Eletrônicos biodegradáveis
 
Depois dos microprocessadores que dissolvem na água e dos circuitos eletrônicos com botão de autodestruição, agora é a vez dos chips feitos de madeira.
A ideia de Yei Hwan Jung, da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, é substituir a maior parte dos processadores e chips em geral por um material biodegradável ou mesmo reaproveitável.
E a solução apresentada é, de longe, a mais próxima da realidade entre todas as tentativas feitas até agora para lidar com o crescente problema do descarte de circuitos integrados obsoletos.
"A maioria do material em um chip é suporte. Nós usamos menos de dois micrômetros para tudo o mais. [Com a nossa solução] os chips são tão seguros que você poderia colocá-los na floresta e os fungos iriam degradá-lo. Eles se tornaram tão seguros quanto um fertilizante," explicou o professor Zhenqiang Ma, líder da equipe.


Chip de madeira


Para demonstrar as possibilidades da técnica, Jung usou um substrato de madeira para criar um chip de 5 x 6 milímetros, com 1.500 transistores de arseneto de gálio, um material padrão na indústria eletrônica para a fabricação de circuitos integrados de comunicação wireless.
O protótipo construído pela equipe apresentou um desempenho comparável aos circuitos integrados usados pela indústria.
Embora se refiram ao seu substrato biodegradável como "madeira", o material é na verdade feito com fibras de celulose reduzidas à escala nanométrica, por isso chamadas de nanofibrilas de celulose.
Esse polímero de origem natural é prensado e recoberto com uma resina, para evitar a expansão termal e reduzir a hidroscopia, a tendência natural da madeira para atrair umidade do ar, o que a faria inchar e danificaria o circuito.


Chip de madeira aponta caminho da eletrônica biodegradável
O circuito integrado degradou-se quase completamente em 60 dias. [Imagem: Yei Hwan Jung et al. - 10.1038/ncomms8170]

Eletrônica flexível

O experimento também demonstrou a potencial da fabricação de circuitos eletrônicos na forma de películas flexíveis, que podem ser aplicadas a diferentes superfícies - o circuito foi produzido na forma de uma película e depois aplicado sobre a camada de suporte de nanocelulose.
"A atual fabricação em massa dos circuitos integrados semicondutores é tão barata que pode levar algum tempo até que a indústria se adapte ao nosso projeto. Mas a eletrônica flexível é o futuro," avaliou o professor Ma.

Bibliografia:

High-performance green flexible electronics based on biodegradable cellulose nanofibril paper
Yei Hwan Jung, Tzu-Hsuan Chang, Huilong Zhang, Chunhua Yao, Qifeng Zheng, Vina W. Yang, Hongyi Mi, Munho Kim, Sang June Cho, Dong-Wook Park, Hao Jiang, Juhwan Lee, Yijie Qiu, Weidong Zhou, Zhiyong Cai, Shaoqin Gong, Zhenqiang Ma
Nature Communications
Vol.: 6, Article number: 7170
DOI: 10.1038/ncomms8170

 
Fonte: Inovação Tecnológica 

  

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Long-distance charging

Wi-Power: Recarregador de celular à distância


Wi-Power: Recarregador de celular à distância
Objetos metálicos não atrapalham o recarregamento, o que vinha sendo um entrave para as tecnologias de recarregamento sem fios. [Imagem: KAIST]


Onidirecional e à distância

Engenheiros coreanos desenvolveram um carregador de baterias sem fios, à distância e onidirecional, ou seja que funciona com total liberdade de posição entre a fonte de energia e o aparelho a ser recarregado.
Esta é uma vantagem real, uma vez que os aparatos de recarregamento sem fios demonstrados até então exigem que o aparelho seja colocado sobre a base, o que não traz vantagens em relação a plugá-lo em uma tomada.
O dispositivo é capaz de recarregar múltiplos aparelhos simultaneamente, inclusive com o aparelho no ar e em uso.
Devido à semelhança dessa disponibilidade de energia com a disponibilidade de dados das redes Wi-Fi, a equipe batizou a tecnologia de Wi-Power.
Com novos desenvolvimentos e ampliação da área de cobertura, a expectativa é fornecer "zonas Wi-Power", onde os usuários poderão continuar usando seus aparelhos, que captarão a energia automaticamente para recarregar as baterias.

Bobinas dipolo

O protótipo utiliza um transmissor plano de um metro quadrado, contendo duas bobinas dipolo feitas de materiais magnéticos de alta frequência, cada uma contendo um núcleo de ferrita e conectada a um capacitor ressonante.
Com as bobinas dipolo são mais compactas do que as bobinas tradicionais, foi possível criar uma estrutura que gera um campo magnético 3D acima da mesa de transmissão.
A equipe demonstrou o recarregamento simultâneo de 30 celulares, cada um drenando uma potência de 1 watt, ou cinco notebooks drenando 2,4 watts cada um - todos localizados a 50 centímetros de distância do carregador.

Bibliografia:

Six Degrees of Freedom Mobile Inductive Power Transfer by Crossed Dipole Tx and Rx Coils
B. H. Choi, E. S. Lee, Y. Sohn, G. Jang, C. T. Rim
IEEE Transactions on Power Electronics
Vol.: 99, 1
DOI: 10.1109/TPEL.2015.2449290
 
Fonte: KAIST

  

Comunicação Corporal

Transmissão magnética de dados pelo corpo humano


 
Transmissão magnética de dados pelo corpo humano
Os dados viajam pelo corpo humano, não sendo detectáveis no ambiente em volta, o que promete aumentar a privacidade na transmissão de dados dos computadores de vestir.[Imagem: JSE/UC San Diego]
 


Comunicação corporal




As técnicas de comunicação sem fio atuais - Wi-Fi, Bluetooth etc - não são as mais adequadas para a parafernália eletrônica usada junto ao corpo, incluindo celulares, relógios digitais e os esperados computadores de vestir.
Esses aparelhos pessoais precisam trocar sinais usando frequências que possam viajar facilmente através do corpo humano. Mas o Bluetooth e outras técnicas usam radiação eletromagnética para transmitir dados, e esses sinais de rádio são fortemente absorvidos pelo corpo humano.
A saída até agora tem sido aumentar a potência de transmissão para superar essa obstrução dos sinais - tecnicamente conhecida como "perda de rota" - mas isso tem um custo elevado demais em termos de consumo das baterias.


Transmissão magnética de informações


Jiwoong Park, da Universidade da Califórnia em San Diego, acredita ter encontrado uma solução melhor: transmitir dados por meio de sinais magnéticos, que viajam muito bem através de tecidos biológicos - a perda de rota dos sinais é 10 milhões de vezes menor do que a ocorrida pelos sinais de rádio.
Por enquanto é apenas uma prova de conceito, mas a energia necessária para transmitir os dados é tão pequena que os efeitos sobre as baterias são bem fáceis de sentir - os efeitos sobre a saúde também devem ser insignificantes, já que a energia é menor do que a usada por implantes médicos sem fios.
O mecanismo de comunicação também é mais seguro, uma vez que a comunicação magnética propaga-se pelo corpo humano, enquanto uma transmissão Bluetooth equivalente pode ser detectada a pelo menos 10 metros da pessoa.
As bobinas de transmissão precisam ser circulares, podendo assumir a forma de braceletes ou colares - mas isto as torna inadequadas para serem coladas em sensores tipo curativos, como os usados para monitorar a saúde, por exemplo.


Fonte: JSE/UC San Diego
 

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Prototipagem de Joias em 3D

A impressão 3D surgiu em 1984 e foi inventada por Chuck Hull no norte da Califórnia e ele se utilizou da estereolitografia, essa técnica foi percursora de uma revolução que essa tecnologia iria fazer em todo o mundo.
Trata-se de uma revolução por que pela primeira vez os projetos agora podem ser desenvolvidos de forma tridimensional, sendo possível a criação de qualquer projeto imaginado não havendo limites para a execução. Depois do projeto pronto ele é enviado a impressora para que lá seja feito a definição de espessura e dimensões do objeto a ser impresso.

Para que serve a prototipagem rápida ou impressão 3D?

 

A impressão 3D deu origem ao termo prototipagem rápida, através da tecnologia de impressão 3D a prototipagem evoluiu e pode ser feita em larga escala.



A Prototipagem de Joias em 3D é o mais alto padrão de tecnologia para o mercado joalheiro. Podendo produzir peças que jamais poderiam ser produzidas sem essa tecnologia. É possível também ter uma noção maior do projeto antes de ser executado, através das visualizações previas tridimensionais.

O que é prototipagem rapida ou impressao 3D?

A Prototipagem rápida 3D ou Impressão 3D, é um processo que trabalha com cerca de 70% a mais da velocidade dos métodos tradicionais, com condições de executar projetos únicos que jamais poderiam ser feitos por mãos humanas, a prototipagem rápida e a evolução dos processos de execução de projetos.

Vantagens da prototipagem rapida de joias 3D

  • Com a prototipagem 3D você garante uma economia de tempo na execução dos projetos.
  • Aproveitamento total dos materiais nobres com cem por cento de aproveitamento.
  • A qualidade insuperável dos projetos executados.
  • Agilidade, qualidade e melhor custo benefício.
 
prototipagem rapida joias
                                                                                                     

                        

Modelagem por Fusão (FDM)


A modelagem por fusão age de forma relativamente simples, a impressora trabalha com material base de filamento plástico.
  • A impressora 3D possui um bico injetor que aquece e puxa o filamento plástico.
  • Como o material agora está derretido ele é depositado em camadas em uma plataforma.
  • A plataforma desce dando espaço para que novas camadas sejam criadas.
  • Esse mecanismo serve para criação de protótipos e até mesmo peças finais.        
                                                                                   
O Material utilizado varia entre plástico, partículas ou até mesmo metal. Esse processo ocorre de forma rápida pois os projetos vem de um arquivo CAD 3D que é transferida para a impressora que através disso constrói as peças em uma tridimensionalidade se utilizando de um laser de sinterização seletiva e todo o processo ocorre na construção de camada por camada.

Processo completo de um protótipo

Molde

Para a replicação da peça ou produção em larga escala, a peça necessita de um molde que é feito de borracha liquida que depois é endurecida, o molde então é cortado para remoção do protótipo.

Injeção em cera no molde

Cravação

Esse é o momento em que as peças serão cravadas na cera, no processo tradicional as peças deviam ser cravadas diretamente no metal o que encarecia o processo, havia uma necessidade de uso de grifas maiores o que gerava desperdício de material.

Fundição/Usinagem

As peças em cera são soldadas em um tronco central, na qual ira fluir o metal aquecido durante o processo de fundição.

Acabamento

O acabamento é feito com uma solda elétrica para não danificar as partes soltas da peça que serão convertidas em uma só e também para não danificar a cravação.
 

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Camiseta inteligente monitora exercícios físicos

A PoloTech tem sensores que ajudam a ver o desempenho de um treinamento

 
Camisa Polotech da Ralph Lauren
 
A grife Ralph Lauren lançou nesta quinta-feira uma camiseta fitness inteligente, a PoloTech. Vinculada a um aplicativo, disponível apenas para dispositivos IOS nos Estados Unidos, ela vem com sensores que monitoram qualquer tipo de treinamento físico, medindo respiração, batimento cardíaco, intensidade dos movimentos e calorias queimadas. O site Mashable publicou um vídeo de teste da camiseta inteligente, que pode ser comprada no site da Ralph Lauren por 295 dólares (pouco mais de 1.050 reais).
 
 



Fonte: Revista Veja - Vida Digital

Robô de novo personagem de Star Wars

 O brinquedo do personagem BB-8 é uma miniatura que pode ser controlada por um aplicativo via smartphone
Boneco do robô BB-8, de Star Wars, produzido pela Sphero
Brinquedo do robô BB-8, de 'Star Wars', produzido pela Sphero(Sphero/Divulgação)

A startup Sphero anunciou nesta quinta-feira o brinquedo com controle remoto do BB-8, novo personagem de Star Wars: Episódio VII - O Despertar da Força, com lançamento previsto para 17 de dezembro nos cinemas nacionais. A versão miniatura do robô, que pode ser visto no trailer de Star Wars, é controlada por um aplicativo no smartphone, disponível para IOS e Android, e por alguns comandos de voz. Há também um modo livre, em que o próprio brinquedo se move aleatoriamente - quando o BB-8 bate em algum obstáculo automaticamente ele se vira para o outro lado.

O brinquedo emite alguns sons próprios do personagem e pode chegar a 8 km/h, de acordo com o criador Rob Magriet, que providenciou um teste ao jornal britânico The Guardian. O produto custará 150 dólares (cerca de 570 reais) e as vendas iniciam nesta sexta-feira nos Estados Unidos.


 


Fonte: Revista Veja - Vida Digital

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Carteiras com pedais para crianças hiperativas

Escola no Canadá é pioneira na instalação de carteiras com pedais para crianças hiperativas.






Uma escola primária, Cèdres à Laval no Quebec, foi a primeira a experimentar um sistema de mesas com pedais de bicicleta para ajudar crianças hiperativas .

Mario Leroux, um professor, diz que graças a estas mesas especiais, as crianças hiperativas que precisam se movimentar podem fazer as atividades escolares  sem perturbar os colegas em sala de aula. Ele mencionou que estas crianças  precisam se manterem em movimento.

As mesas que custam US $ 1.000 por unidade  e foram adquiridas por meio de doações.

Dr. Vincent Annick menciona que isso pode ter um impacto positivo na aprendizagem dos estudantes, uma vez que está provado que, quando crianças hiperativas mantem algum grau de atividade motora aprendem com mais facilidade.



 






segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Tela de papel é brilhante, barata e descartável




Tela de papel descartável
O papel brilha tanto quanto um monitor de computador. [Imagem: Advanced Functional Materials]
 
 
Telas descartáveis

Talvez a briga entre papel, papel eletrônico e telas não precise ir às vias de fato.
A equipe do professor Ludvig Edman, da Universidade de Umea, na Suécia, acaba de fabricar uma tela emissora de luz a partir de papel comum.
Essa "tela de papel" poderia viabilizar telas descartáveis para embalagens de produtos, revistas ou jornais, tudo usando materiais baratos e ambientalmente amigáveis.
Para construir a tela, a equipe usou um aerógrafo para pulverizar seis camadas de materiais diferentes sobre um pedaço de papel: um adesivo inicial, quatro camadas condutoras que transformam a eletricidade em luz, e uma camada de acabamento para manter tudo no lugar.
Quando alimentado com 11 volts, o papel brilha tanto quanto um monitor de computador.

Tela inquebrável

O professor Edman afirma que as telas de papel feitas por pintura ou impressão poderiam ser uma alternativa de baixo custo aos LEDs e aos OLEDs usados nas telas mais caras. Esses diodos emissores de luz são eficientes, mas caros, por isso, uma versão ambientalmente amigável e barata teria seu apelo, defende ele.
A tela impressa é tão flexível quanto o papel que lhe dá sustentação. Por não ter componentes de vidro, ela não representaria riscos se incorporada em embalagens, revistas ou mesmo livros, defende a equipe.
 

Bibliografia:

Light-Emitting Paper
Amir Asadpoordarvish, Andreas Sandström, Christian Larsen, Roger Bollström, Martti Toivakka, Ronald Österbacka, Ludvig Edman
Advanced Functional Materials
Vol.: Article first published online
DOI: 10.1002/adfm.201500528


LEDs em tecidos são fabricados em processo industrial

 
LEDs em tecidos são fabricados em processo industrial
Fabricantes de materiais esportivos e camisas para jogadores e atletas certamente irão adorar. [Imagem: KAIST]


Revestimento por imersão

Fabricar LEDs em forma de fibras - que podem então formar a trama dos tecidos eletrônicos - pode ser mais fácil do que se previa.

Seonil Kwon, do instituto KAIST, na Coreia do Sul, descobriu que fabricar um LED em forma de fibra pode ser tão simples quanto mergulhar a fibra na solução adequada.

A essência da técnica é um conhecido processo industrial, chamado revestimento por imersão (dip coating). A fibra é mergulhada na solução, que se deposita para formar camadas de materiais orgânicos que dão origem aos LEDs.

O controle preciso da deposição das camadas gerou LEDs de alta luminosidade, muito superior à de outros LEDs flexíveis.

Kwon testou a criação dos LEDs orgânicos em várias estruturas, mas os cilindros se mostraram particularmente bons para o trabalho, permitindo ajustar a espessura da camada de revestimento com precisão nanométrica.

Telas tecidas

A equipe afirma que esta tecnologia poderá acelerar a comercialização dos computadores de vestir e outros dispositivos incorporados nas roupas.

Por se tratar de um processo já conhecido, os dispositivos eletrônicos poderão ser criados no sistema rolo a rolo, de alta velocidade, e em materiais que vão das fibras individuais às folhas flexíveis de plástico e até metal.

A grande expectativa é que essas fibras possam ser tecidas para a criação de telas flexíveis em roupas e outros materiais moles - os fabricantes de materiais esportivos e camisas para jogadores e atletas certamente irão adorar.

"Nossa pesquisa vai se tornar a tecnologia central no desenvolvimento de diodos emissores de luz sobre fibras, que são elementos fundamentais dos tecidos. Esperamos conseguir baixar a barreira de entrada no mercado das telas de vestir," disse o professor Kyung Choi, coordenador da equipe.
  • LEC: um LED que pode ser tecido

Bibliografia:

High Luminance Fiber-Based Polymer Light-Emitting Devices by a Dip-Coating Method
Seonil Kwon, Woohyun Kim, Hyuncheol Kim, Seungyeop Choi, Byoung-Cheul Park, Sin-Hyeok Kang, Kyung Cheol Choi
Advanced Electronic Materials
Vol.: Article first published onlin
DOI: 10.1002/aelm.201500103
 
Fonte:  KAIST

Conferência global discutirá novas tecnologias no Brasil

Conferência EmTech

A cidade do Rio de Janeiro vai sediar, nos dias 18 e 19 de novembro, a conferência mundial sobre tecnologias emergentes, conhecida como EmTech.

O evento reunirá especialistas brasileiros e estrangeiros que debaterão as mudanças tecnológicas com cerca de 800 cientistas, empresários, empreendedores, inovadores e pesquisadores.

O EmTech, organizado pela MIT Technology Review, publicação do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), ocorre também nos Estados Unidos, no México, na Colômbia, no Equador, na Espanha, em Cingapura e Hong Kong.

Entre os temas que serão discutidos estão a biotecnologia, a educação do futuro, o abastecimento de água e os desafios da medicina.

Tecnologias de educação

Para o presidente da Finep, Luís Fernandes, o MIT traz uma referência global de reflexão sobre tecnologias emergentes, ao mesmo tempo em que é um "partícipe ativo da construção de ecossistemas de inovação, antenados com a visão de construção de futuro".

Já o vice-presidente do MIT, Israel Ruiz, falando a respeito a importância de investir em capital humano e em projetos inovadores locais, disse que "a tecnologia pode transformar vidas".

Segundo Ruiz, a tecnologia gerou mudanças essenciais em todas as indústrias e chegou a hora de priorizar as mudanças na educação de qualidade em todo o mundo.

Durante o encontro, será premiada a segunda geração de jovens talentos inovadores brasileiros com menos de 35 anos. Haverá ainda um fórum de investimentos, para fazer a conexão das empresas emergentes brasileiras com potenciais investidores.

 

Veste robótica impede má-postura

 


Veste robótica impede má-postura

Usando princípios da "robótica mole", o colete armazena energia cinética dos movimentos e enrijece usando músculos artificiais. [Imagem: Fraunhofer IPK/IZM]


Equipamentos de proteção individual

No mercado de equipamentos de proteção individual existem diversos tipos de colete para trabalhadores que precisam erguer pesos.

Mas parece que nenhum deles é perfeito: os trabalhadores reclamam da falta de conforto, enquanto os médicos pedem maiores níveis de proteção.

A equipe do Instituto de Sistemas de Produção, da Alemanha, acredita ter chegado a um meio-termo.
Eles criaram um colete com atuadores ativos que enrijecem quando o usuário começa a deslocar-se da postura ideal.

Desta forma, o trabalhador não precisa usar um equipamento de proteção individual apertado demais, o que tira sua mobilidade e incomoda, e nem se submeter a riscos maiores em razão de posturas inadequadas.

Robótica mole

Segundo a equipe, o colete usa o conceito de "robótica mole", criando uma autêntica prótese ortopédica para uso preventivo.

Segundo o Dr. Henning Schmidt, responsável pelo projeto, toda a eletrônica necessária, incluindo os sensores e os atuadores, estão embutidos no material. Os sensores monitoram todo o movimento do usuário, enquanto um processador compara os dados em tempo real com um padrão de movimentos ótimos.

A energia necessária para que o equipamento funcione vem do próprio trabalhador: quando ele se inclina para erguer um peso, o equipamento armazena a energia cinética, que é então liberada quando ela é necessária.

Schmidt afirma que o novo colete será particularmente útil em hospitais, onde os cuidadores frequentemente precisam carregar os pacientes ou ajudá-los a se mover, quando nem sempre é possível saber a força que será necessária para apoiar o paciente.

Fonte: Fraunhofer IPK/IZM

domingo, 30 de agosto de 2015

Computador quântico pode fazer cálculos em qualquer ordem

 

Computador quântico pode fazer cálculos em qualquer ordem
A superposição quântica funciona não apenas para os dados nos qubits, mas também para as portas lógicas inteiras. [Imagem: Philip Walther Group/University of Vienna]


Sem parênteses

Físicos austríacos demonstraram que os cálculos feitos por um computador quântico não precisam ocorrer em uma ordem predefinida para darem os resultados corretos.

Isso aumenta a expectativa da velocidade de processamento que poderá ser obtida com esses computadores futurísticos, uma vez que, até agora, se acreditava que o ganho de velocidade viria sobretudo da possibilidade de múltiplos cálculos simultâneos.

Lorenzo Procopio e seus colegas da Universidade de Viena demonstraram que esses "cálculos desordenados" permitem executar uma operação de forma mais eficiente do que ocorre em um processador quântico tradicional, em que as operações são executadas na forma sequencial tradicional.

Portas quânticas

No projeto tradicional de um processador quântico, as portas lógicas devem ser encadeadas de uma forma específica. O problema é que é difícil construir uma quantidade delas grande o suficiente para realizar cálculos práticos.

O que Procopio se deu conta é que o fenômeno quântico da superposição, em que dois qubits podem ter dois dados simultaneamente, não precisa se limitar aos bits quânticos - é possível criar uma superposição de portas quânticas, o aparato inteiro necessário para fazer o cálculo.
Isto significa que as portas quânticas superpostas podem executar suas operações lógicas em todas as possíveis ordens ao mesmo tempo.

E a melhor notícia é que o número total de portas necessárias para um determinado cálculo é menor do que quando a execução segue a sequência predeterminada.

Superposição de cálculos

Em uma superposição de portas quânticas, é impossível - mesmo em princípio - saber se uma operação ocorreu antes ou depois de outra operação. Isso significa que duas portas lógicas quânticas A e B podem ser acionadas nas duas ordens ao mesmo tempo.

Em outras palavras, a porta A opera antes da porta B, e a porta B calcula antes da porta A. Os resultados experimentais confirmam que é impossível determinar qual delas operou primeiro. Mas o resultado sai correto.

  • Fim da causalidade: eventos quânticos independem do espaço e do tempo

"Na verdade, fomos capazes de executar um algoritmo quântico para caracterizar as portas de forma mais eficiente do que qualquer algoritmo anteriormente conhecido," disse Procopio.
A partir de uma única medição do qubit - um fóton - a equipe detectou uma propriedade específica das duas portas quânticas, confirmando assim que elas funcionaram em ambas as ordens de uma só vez. À medida que mais portas são adicionadas ao circuito, o novo método torna-se ainda mais eficiente em comparação com técnicas anteriores.



Bibliografia:

Experimental Superposition of Orders of Quantum Gates
Lorenzo M. Procopio, Amir Moqanaki, Mateus Araújo, Fabio Costa, Irati Alonso Calafell, Emma G. Dowd, Deny R. Hamel, Lee A. Rozema, Caslav Brukner, Philip Walther
Nature Communications
Vol.: 6, Article number: 791
DOI: 10.1038/ncomms8913
 
Fonte: Inovação Tecnológica

Roupa inteligente aquece e esfria para manter seu conforto

 

Roupa inteligente aquece e esfria para manter seu conforto
A tecnologia de impressão de baterias, células a combustível e conversores termoelétricos já foi demonstrada no protótipo.[Imagem: Jacobs School of Engineering/UC San Diego]


Ar-condicionado pessoal

Imagine uma simples camiseta que possa aquecer seu corpo à noite ou no inverno, e resfriá-lo nos dias e horários mais quentes.

A ideia do professor Joseph Wang, da Universidade da Califórnia em San Diego, é não apenas dar conforto individual, mas também substituir os grandes sistemas de aquecimento e ar-condicionado, economizando energia.

"Nos casos em que há apenas uma ou duas pessoas em uma grande sala, não justifica o custo de aquecer ou resfriar a sala inteira," defende ele, acrescentando que o resfriamento ou aquecimento em uma base individual poderia reduzir o gasto de energia em prédios e residências em até 15%.
Para demonstrar seu conceito, ele e sua equipe desenvolveram uma camiseta cujo "tecido inteligente" foi projetado para manter a temperatura em 34º C, o que seus voluntários asseguraram ser a temperatura mais confortável.

Tecido inteligente

O tecido é chamado de inteligente porque adapta-se continuamente à temperatura externa. Quando o ambiente fica mais quente, o tecido se contrai, ficando mais fino e, quando o ambiente fica mais frio, o tecido se expande, aumentando de espessura.
"Independentemente se a temperatura aumenta ou diminui em volta, o usuário ainda sente a mesma temperatura sem ter que ajustar o termostato," disse Wang.
A mudança de espessura do tecido é possível com a inserção de polímeros especiais entre as fibras do tecido, polímeros esses que se expandem ou contraem em resposta a alterações de temperatura.
O protótipo também já possui um aquecedor ativo, com eletrodos implantados no peito, que deverá fornecer calor adicional nos dias mais frios. A equipe trabalha agora em um resfriador termoelétrico de estado sólido que possa retirar o calor em excesso nos dias mais quentes.
Além de camisetas e calças, os pesquisadores estão trabalhando em acessórios para esfriar ou aquecer partes do corpo que esfriam ou aquecem mais em resposta a alterações na temperatura ambiente, como a planta dos pés.

Gerador embutido

Os pesquisadores também estão projetando o tecido inteligente para que ele gere sua própria energia.
O tecido vai incluir baterias recarregáveis que irão alimentar os conversores termelétricos, bem como uma biocélula de biocombustível capaz de gerar energia elétrica a partir do suor humano. Todas essas peças - baterias, células termelétricas e biocombustíveis - serão impressos usando uma tecnologia que a equipe afirma já ter desenvolvido.

A ideia cativou o Departamento de Energia dos EUA, que acaba de fornecer US$2,6 milhões para que a equipe aprimore o tecido inteligente e apronte a novidade para o mercado.
"Estamos trabalhando para dar ao tecido inteligente a mesma textura e aparência das roupas que as pessoas usam regularmente. Ele será lavável, esticável, flexível e leve. Esperamos, também, torná-lo atraente e elegante para vestir," concluiu Wang.


Copiando um vinil: guia ilustrado



A época de ouro do vinil durou até o início da década de 1990 do século passado. Até aquele momento, quem queria ter a chance de ouvir um som em casa a qualquer momento que lhe desse na telha tinha duas possibilidades: comprar o próprio bolachão, ou conectar um gravador na vitrola e “baixar” o disco para uma fita-cassete.
 
Depois do advento do CD e, principalmente, do computador pessoal, as possibilidades para quem quer ter o conteúdo do disco em casa ficaram absurdamente mais simples. Hoje nem é necessário mais o CD em si. Basta você baixar os arquivos para o seu disco ou para um MP3 player da vida e acabou.
 
Contudo, felizmente a experiência de se ouvir música direto do vinil nunca morreu. Ainda existem milhões de pessoas que amam a sensação de colocar o disco na vitrola, ouvir os pequenos chiados das ranhuras, ter de trocar o disco de lado etc. Para esses amantes do prazer de lidar com o vinil, o site Supergroove está dando uma dica fantástica: como copiar o próprio bolachão em casa!
 
 
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São 9 passos básicos para você ter uma cópia fiel em vinil daquele disco raro (que custa uma fortuna) em casa:
 
Passo 1 – Criando o berço Construa uma caixa de madeira um pouco maior que o disco de vinil, de aproximadamente 40 cm quadrados. Vede os cantos com durepox ou aquela massinha usada para instalar vidros em janelas, ou qualquer outro produto vedante.
 
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Passo 2 – Posicione ao centro o disco a ser pirateado, tranque a porta e feche as janelas para não correr o risco de ser surpreendido por agentes da Polícia Federal.
 
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Passo 3 – Criando o Molde:

 Para criar o molde  do vinil, você precisará de um silicone especial chamado OOMOO 30 que você pode adquirir neste site em doses homeopáticas ou em baldes.
Eu recomendo comprar logo o balde, pois dá para fazer coisas incríveis com este silicone, sabe as máscaras do clipe Thriller do Michael Jackson? Foram feitas com este produto.
Ps: Antes de derramar o produto em cima do disco, coloque algo no furico do vinil para demarcar o centro.
 
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Passo 4 – Despeje o produto começando pelos cantos do berço e deixe ele se espalhar naturalmente. Certifique-se que foi criada uma camada de pelo menos meio centímetro de silicone. Agora é só deixar o grude secar por 6 horas.
 
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Passo 5 – Retire o silicone com cuidado e corte os excessos com uma tesoura sem ponta.
 
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Passo 6 – Criando o disco de vinil: O molde já foi criado, e você pode utilizá-lo para duplicar quando discos quiser. Agora despeje  o plástico líquido que você adquire aqui.
 
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Passo 7 – Certifique-se que não caiu nenhuma sujeirinha no plástico líquido. Espalhe o líquido suavemente e elimine as bolhas de ar que surgirem com uma espátula.
 
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Passo 8 – Você saberá quando o produto tiver seco. Retire-o do molde com cuidado e faça um furico no meio, usando uma furadeira com broca de 6mm.
 
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Passo 9 – O vinil está pronto para rodar!
 
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Fonte: Supergroove

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Copo comestível pode substituir descartáveis

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Escolher o sabor que mais te agrada e comer sem culpa!


O escritório de design norte-americano The Way We See The World quis dar sua contribuição ao debate sobre a produção de lixo gerado pelo consumo de descartáveis e lançou um copo comestível.
É o Jelloware! Feito de ágar-ágar, um tipo especial de gelatina de algas, o produto pode ser ingerido, quando perder a utilidade. Mas nem por isso o consumo irresponsável de copos está liberado: os fabricantes alertam que comer mais do que três Jellowares por dia pode trazer prejuízos à saúde, já que o ágar-ágar possui propriedades laxativas. Ou seja, o bom e velho hábito de reutilizar ainda é muito bem-vindo!
E se você está de dieta – ou não quer correr o risco de passar o resto do dia no banheiro -, não se preocupe! O Jelloware também é biodegradável. O que significa que, além de ser comido, o copo de gelatina pode ser enterrado no jardim, para virar adubo para as plantas.
Que venham também pratos, garfos, facas e colheres comestíveis para colocar, de uma vez por todas, um fim na praga dos descartáveis!

Fonte: ttp://www.thegreenestpost.com/copo-comestivel-pode-substituir-descartaveis/



Seminário Brasil, brasis: Reflexões sobre o Brasil contemporâneo